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Equoterapia : Equoterapia auxilia no tratamento dos distúrbios alimentares
Enviado por Cristiane em 14/05/2012 10:09:32 ( 26 leituras )


Relacionamento com o cavalo permite retomada do prazer pelo próprio corpo



A equoterapia é uma atividade que atua na parte física e emocional de todos que a praticam, a fim de conseguir resultados mais rápidos no tratamento dos distúrbios alimentares. Em geral, pessoas com esta patologia apresentam ansiedade, insegurança, não aceitação, baixa autoestima, que acabam sendo depositadas na alimentação. E o quadro se torna ainda pior com as mudanças corporais, pois há um aumento destes sentimentos.



“Os exercícios em cima do cavalo vão atuar no controle e, em alguns casos, normalização desses sintomas, fazendo com que o praticante comece a se gostar mais e não deixe de se alimentar corretamente devido aos problemas emocionais”, explica a fisioterapeuta Letícia Junqueira.



Entre os principais distúrbios alimentares está a anorexia, a bulimia, o transtorno obsessivo compulsivo (TOC) por alimentos, transtorno de ruminação e a síndrome de Prader-Willi.



O praticante P.M., de 5 anos, tem a síndrome de Prader-Willi e faz equoterapia há quase um ano. Entre os sintomas da doença está a necessidade involuntária de comer constantemente - o que normalmente gera outros problemas de saúde, como obesidade e problemas cardíacos -, retardo mental e transtornos de aprendizagem.



“Desde que iniciou a terapia com cavalos, P.M., que antes não se relacionava com outras crianças, evolui bastante na parte comportamental, está mais calmo e passou a ir à escola. Em um mês de tratamento, ele perdeu 8 quilos e diminuiu acentuadamente a compulsão alimentar e, com a equoterapia, tem conseguido manter seu peso”, conta a fisioterapeuta. 



No momento em que o praticante se relaciona com o cavalo e realiza os exercícios propostos, há um aumento no nível de serotonina, neurotransmissor responsável pela felicidade, que faz com que a pessoa melhore a autoestima, se aceite e passe a se valorizar mais, ajudando na diminuição dos distúrbios alimentares.



Os resultados variam conforme o estado psicológico do praticante e do tipo de distúrbio que ele possui. Em quadros iniciais, é possível obter melhoras em apenas dez sessões. Já em casos mais graves, o tempo pode ser maior.



 



Serviço:



Espaço Letícia Junqueira



Jockey Club de São Paulo.



Av. Lineu de Paula Machado, 1263 - Jd. Evereste



Horário: terça a sexta das 13h às 17h



E-mail: equoterapia@jockeysp.com.br


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Pesquisas Científicas : Estudo da subdivisão genética da raça Mangalarga Marchador
Enviado por Cristiane em 09/05/2012 14:25:49 ( 21 leituras )


Estudo da subdivisão genética da raça Mangalarga Marchador



 



Study on genetic subdivision of the Mangalarga Marchador horse breed



 



 



M.D. CostaI; J.A.G. BergmannII; A.S.C. ResendeII; C.G. FonsecaIII; F.J.C. FariaIV



IUniversidade Estadual de Montes Claros - Núcleo de Salinas-km 2, s/n - Fazenda Varginha-Rodovia 5 - 39560-000 - Salinas, MG

IIEscola de Veterinária da UFMG-Belo Horizonte

IIIInstituto de Ciências Biológicas da UFMG-Belo Horizonte

IVUniversidade Federal do Mato Grosso do Sul – Campo Grande



 



 





RESUMO



Foram analisadas as informações de 233.214 animais inscritos no arquivo zootécnico da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador, descendentes de 16 ancestrais com contribuição genética mínima de até 1% para a população atual. Análises de componentes principais foram feitas com o intuito de agrupar animais geneticamente semelhantes e o de avaliar a subdivisão da raça em famílias ou grupos genéticos distintos. A média do coeficiente de parentesco entre animais da atual população e os ancestrais de maior contribuição genética variou de 4,7%, para a égua Herdade Alteza, a 0,7%, para o garanhão Tabatinga Fanfarra. A atual população da raça Mangalarga Marchador é constituída, em ordem de importância, por cinco grupos genéticos descendentes dos animais Herdade Alteza e Seta Caxias, Providência Itu e Tabatinga Predileto, Abaíba Marengo, Tabatinga Cossaco e Angaí Miron.



Palavras-chave: eqüino, Mangalarga Marchador, componentes principais, família, grupo genético





ABSTRACT



Pedigree information on 233,214 animal from the studbook of the Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador, related to 16 ancestors with, at least, 1% of genetic contribution to the actual population were used to describe the genetic structure of breed population. Principal component analyses were used to classify animals of the same genetic basis and to identify possible subdivision of the breed in families or genetics groups. The average relationship coefficient between each one of the ancestors and the actual breed population vary from 4.7%, for the mare Herdade Alteza, to .7%, for the stallion Tabatinga Fanfarra. The actual breed population can be subdivided into five families, represented, in order of importance, by animals related to the ancestors Herdade Alteza and Seta Caxias, Providência Itu and Tabatinga Predileto, Abaíba Marengo, Tabatinga Cossaco and Agaí Miron.



Keywords: horse, Mangalarga Marchador, principal components, family, genetic group


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Pesquisas Internacionais : Strategies for Increasing Appetite and Tempting Picky Eaters
Enviado por Cristiane em 09/05/2012 14:06:02 ( 19 leituras )


Many factors and situations may reduce a horse's appetitie. It’s important to find and correct whatever it is—illness, pain, discomfort, environment—that keeps a horse from diving eagerly into his feed. As the situation is being corrected, owners can try some of the following strategies to encourage a more healthy appetite.



Dealing with picky eaters can be frustrating. The trick is to work out why the horse is not eating and then fix the root cause of the problem.


Picky eaters are very sensitive to feed quality. Be sure that premixed feeds and straight grains are within their printed expiration date, and store feeds correctly to avoid mold or oxidation from exposure to air and moisture. In very hot weather, buy only enough feed to last a week or so to prevent fermentation of grains and molasses in storage. Be a discerning customer when buying hay and chaff, and accept only clean, fresh-smelling forages that are free from weeds, dust, mold, and evidence of rodent infestation.



In cases where horses are being fed a lot of grain, adding more forage to the diet can help to avoid problems such as gastric ulcers and hindgut acidity that may reduce appetite. Forage is best added as long-stem forage (hay or pasture) rather than chaff or other fiber sources. Offering at least 1% of body weight in forage per day is the best way to avoid digestive problems that may dull appetite.



It has been suggested that the high glycemic index of grain feeds and the corresponding high blood sugar and insulin levels following grain meals can suppress appetite, so as hard feed rations are increased, overall appetite is suppressed.



Horses find best-quality forage most palatable. The hay does not have to be prime lucerne (alfalfa) or clover hay; any clean hay that is free of dust and mold with plenty of leaf and not too much rough, woody stem that has been cured and stored correctly is preferred. Rough, stalky hay is retained in the digestive tract  longer than good-quality, leafy hay and this can affect appetite and intake of forage; though this type of hay is unsuitable for picky eaters, it can be useful for overweight animals.



In horses that must consume concentrated energy, lucerne (alfalfa) or clover are good choices but are often better in combination with non-legume hays (grass, and cereal hays) than fed alone, where they can sometimes be too rich and cause scouring and further digestive upset.



In some cases, a deficiency of B vitamins can be the reason for suppressed appetite. Feeding plenty of forage ensures correct hindgut digestion, allowing adequate production of essential B vitamins in most cases. However, in horses that are working very hard, or those that are under stress or are scouring, B-vitamin production may fall short of requirements. Supplementing B vitamins to horses with reduced appetite can stimulate appetite. Supplementation is best in an oral form rather than injectibles. For horses that refuse feed, powders can be mixed with water and given orally via a dosing syringe. Supplements should contain the full complex of B group vitamins at appropriate levels. A course of daily supplementation for 14 to 20 days will help to stimulate appetite in horses that have gone off feed suddenly. Strategic supplementation prior to and at a show and competition can help to maintain appetite at these critical times. In some rare cases, regular supplementation seems to be required, with the horse going off feed as soon as the supplement is taken away, but correct nutritional and work balance can often alleviate inappetence enough that this is not necessary.


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Aluísio Marins : Foco. Em quê?
Enviado por Cristiane em 09/05/2012 09:44:59 ( 28 leituras )


Sempre escrevo sobre foco. Aprendi com meu pai que foco é uma das mais importantes coisas que devemos ter na vida profissional e pessoal. O foco alinha as pessoas para seus afazeres, gera economia de energia com outras coisas, apruma as empresas e faz todo mundo crescer.



Aqui na Universidade do Cavalo trabalhamos mais de 80% do nosso tempo com um publico jovem, em inicio de carreira, transformando sonhos em profissões. Foco, para eles é algo que muitas vezes ainda não está pronto, definido. Muitos gostam de uma raça, outros de uma modalidade. Entram em nossos cursos já sabendo que querem trabalhar com esta raça ou modalidade preferidas. Parece, então, que já estão focados e, de certa maneira, sim, estão, mas penso que podem e devem se aprofundar mais neste foco.



Explico: para a formação profissional do mundo dos cavalos (e talvez de todos os “mundos”...), há que se ter uma ampla gama de habilidades e competências que nem sempre podem estar diretamente ligados com a atividade fim que se deseja praticar profissionalmente no futuro. Com cavalos, primeiro deve-se entender, conhecer e saber sobre Cavalos. Se no futuro a pessoa vai trabalhar com marcha, rédeas ou atrelagem, não importa, pois há que se ter o conhecimento básico, inicial e simples sobre os cavalos.



O que quero aqui dizer é que se o foco de alguém é trabalhar no futuro com uma modalidade ou raça, a construção deste futuro passa por uma fase de captação de conhecimentos gerais sobre cavalos, mesmo que isto nada tenha a ver com a modalidade preferida a ser trabalhada do futuro. Talvez possamos chamar isto de “construção do foco”, ou “lapidação do foco”. É somente um período pequeno, perto de uma carreira futura, mas talvez o mais importante.



Enquanto vemos no mercado pessoas super especializadas em uma só raça ou modalidade, que não passaram por esta “lapidação do foco”, vemos que estes profissionais perdem muito e não se tornam sucessos por não conhecerem sobre Cavalos. Antes da modalidade ou raça, vem o cavalo! Assim, se você está iniciando no mundo dos cavalos, quer um futuro profissional de sucesso, e já tem seu foco definido em termos de modalidade ou raça, lapide este foco aprendendo mais sobre cavalos como um todo. Aproveite que você está no começo e ganhe tempo com isto. Você verá que no futuro seu foco estará mais bem definido, trabalhado e principalmente com a qualidade que os cavalos merecem...



Aluísio Marins, MV

Universidade do Cavalo

www.universidadedocavalo.com.br


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Características de Raça : Hábitos peculiares de comportamento dos Asininos e Muares
Enviado por Cristiane em 28/11/2011 15:25:09 ( 330 leituras )


Inicialmente salientamos a necessidade da importância do conhecimento dos cinco sentidos neurológicos que são: audição, visão, olfato, paladar e tato.



Audição: É um sentido extremamente sensível e desenvolvimento nos muares. Prova disto é a facilidade e rapidez com que estes animais assimilam comandos vocais no processo da doma de sela e no desempenho dos serviços de tração. São condicionados com rapidez: a virar, parar, recuar, e caminhar com breves comandos de voz.

Visão: Poderá ser binocular frontal, monocular lateral ou parcialmente para trás. No caso dos Muares de sela, é necessária a utilização combinada da visão binocular frontal e monocular lateral, devido ás condições variadas e acidentadas de terreno e topográficas. Geralmente, os Muares são mais atentos e perceptíveis em relação aos Jumentos. Se o Muar tem visão monocular lateral muito ativa, pode ser um indicativo de animal "passarinheiro" que se assusta e refuga com facilidade. Nesse caso, as orelhas têm grande mobilidade, podendo ainda ser um indicativo de animal de temperamento inquieto.

Olfato: Esse não é um dos sentidos mais aguçados, tanto que, ambos, Asininos e Muares, ingerem a campo alimentos mais grosseiros em relação aqueles selecionados pelos Eqüinos no pastejo. Outros exemplos: entre os Eqüinos e Asininos podem ser citados: a égua é mais protetora em relação á sua cria do que a Jumenta, e utiliza mais intensamente seu olfato. E o garanhão tem o olfato mais aguçado na identificação do cio, inclusive com uma rufiaçao mais ativa.

Paladar: Os Asininos e Muares são poucos seletivos na aceitação de alimentos, ingerindo alimentos com sabor doce, azedo, salgado. Tais como melaço, cenoura, mandioca, maniva (parte aérea da mandioca), capim picado em estado de fermentação, silagem, cevada, sal mineral dentre outros.

Tato: Neste aspecto, também destacamos a extrema sensibilidade dos Muares, através dos seus cascos. Esse apurado sentido é aliado importante do cavaleiro diante de situações de perigo: atoleiros, rios, de correnteza, terreno escorregadio e etc. Nas quais a percepção do Muar reduz os riscos de acidentes. Ele sempre evita pisar em terrenos desconhecidos. De fato, quem cavalga á noite sente maior segurança no Muar. Já a sensibilidade do tato dos Jumentos é mais reduzida, particularmente na pele.


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Horsemanship : Treinando os treinadores
Enviado por Cristiane em 16/11/2011 14:51:45 ( 239 leituras )


Em uma conversa essa semana com os amigos, estávamos relembrando a época em que cheguei aqui na região. Havia certa expectativa pelo fato de um Gestor em Eqüinocultura estar se mudando e atuando e isso deu uma injetada de animo no mercado eqüestre das redondezas. Porém com isso veio também o peso da responsabilidade de fazer um serviço profissional e bem feito.



Lembro-me bem minhas primeiras conversas com os, até então, considerados melhores treinadores da região. Em minha opinião, quanto maior o número de concorrentes, melhor o nível da tropa e das provas, estando ai então o motivo deu procurar esses profissionais do cavalo que atuam no mesmo espaço que eu.


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Saúde e Cuidados : Desmame Racional
Enviado por Cristiane em 13/10/2011 20:18:25 ( 846 leituras )


 




21 Dicas para o Desmame de Potros


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Odontologia : Dentes e Cia
Enviado por Cristiane em 13/10/2011 20:16:45 ( 470 leituras )


 




Examine constantemente os dentes de seu cavalo.


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Casqueamento e Ferrageamento : Higiene do Casco
Enviado por Cristiane em 13/10/2011 19:54:58 ( 785 leituras )


 




Uma perfeita higiene e manutenção do casco é garantia de saúde para seu cavalo.



Os cascos do cavalo devem ser examinados e limpos diariamente, antes e depois do trabalho. Além do benefício da limpeza, você conhecerá bem a normalidade dos cascos do seu cavalo, para eventualmente saber identificar o primeiro sinal de problemas.


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Claudia Leschonski : Amadrinhamento
Enviado por Cristiane em 13/10/2011 19:41:03 ( 299 leituras )


 




Como conseguir a atenção de seu cavalo



Seu cavalo fica agressivo e perde a atenção toda vez que é separado dos companheiros? Aprenda como agir em situações como essas



 



Edição: Claudia Leschonski


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Investimento : Rede para Feno e Verde
Enviado por Cristiane em 13/10/2011 19:28:56 ( 541 leituras )


 




Aprenda a confeccionar essas práticas redes que são muito úteis durante as viagens e nas exposições



 



Por Equipe HB


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Nutrição : Plante Alfafa
Enviado por Cristiane em 13/10/2011 19:25:22 ( 419 leituras )


 




Você mesmo pode plantar e produzir alfafa em sua propriedade, fornecê-la aos seus cavalos e armazena-la as épocas em que as forrageiras são escassas.



 



Texto: Daniel Lindenberg


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Sérgio Moraes : Como Lidar com Cavalos
Enviado por Cristiane em 01/08/2011 12:25:26 ( 476 leituras )


Este é um longo artigo, e se você não tiver paciência para ler, também não terá para se tornar um horseman. Se não tiver tempo para ler, também não terá para entender os cavalos. Mas se chegar ao fim desse artigo, reflita sobre ele. E principalmente, dê-se o tempo necessário para colocar em pratica o que esta aqui. Desta forma, você estará no caminho certo de se tornar um horseman e passar a entender os cavalos e comunicar-se com eles de uma forma totalmente nova.


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André Cintra : Potros Órfãos
Enviado por Cristiane em 06/07/2011 16:27:56 ( 936 leituras )


Um dos grandes mitos da criação de cavalos é referente à criação de potros órfãos. Muitos ainda acreditam que potro que fica órfão, não vai para frente. Esse mito é decorrente do desconhecimento do que é uma boa alimentação para o potro e de como ele deve ser manejado adequadamente desde o final da gestação.


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Frase da Semana

"Chegará o dia em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Nesse dia um crime contra um animal será considerado um crime contra a própria humanidade. ."
Leonardo da Vinci, pintor e sábio italiano (1452-1519)

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